Em teoria, o conjunto dessas imagens permitiria reconstruir digitalmente parte da arquitetura cerebral. Na prática, o processo ainda é lento, destrutivo e incompatível com a sobrevivência do tecido original.
A automação poderia acelerar o corte, o registro e a organização das imagens. O volume de dados, a resolução necessária e a preservação das conexões celulares, porém, continuam impondo limites enormes.
Mesmo que fosse possível mapear cada detalhe estrutural, a pergunta central permaneceria: reconstruir o cérebro seria suficiente para reconstruir memórias, personalidade e consciência?
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